quarta-feira, 2 de março de 2016

Terapia Manual

Para muitos leigos, a terapia manual é chamada e solicitada como um tipo de massagem e muitos a procuram por insatisfação com a fisioterapia convencional, pois os resultados são mais rápidos e eficientes, além da carência do toque.

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A terapia manual é a área da fisioterapia que contempla o uso de um conjunto de técnicas manuais em benefício do paciente. Dentre elas destacam-se a Quiropraxia, Osteopatia, Maitland, Mulligan, Cadeias Musculares, Trilhos Fasciais, entre outras. Possui uma visão global do organismo e utiliza-se de recursos diagnósticos e terapêuticos em estruturas que a fisioterapia convencional não atua, como por exemplo, mobilizações articulares acessórias, manipulação visceral, miofascial, craniana e neural. Em muitas das vezes é possível tratar um paciente sem encostar na região da dor.
As manipulações viscerais proporcionam uma melhora funcional nas restrições de mobilidades dos órgãos e sistemas, apresentando também uma melhora visível na postura corporal dos pacientes. Com a evolução das técnicas, é possível simplificar a avaliação e a intervenção direta como a abordagem desenvolvida pelo fisioterapeuta e osteopata Dr. Gilles Barette do Instituto de Terapia Manual de Paris.
As técnicas crânio-sacrais são realizadas com toques sutis, capazes de influenciar o sistema nervoso central e periférico, as cadeias articulares, fasciais e musculares à distância, além do bem-estar que proporciona ao receptor.
O profissional vai adquirindo uma sensibilidade maior no decorrer da prática clínica, tornando-se apto a aperfeiçoar seus tratamentos em técnicas mais avançadas e recentes como a Manipulação Tecidual Funcional (therapietissulairefonctionnelle.fr) e a Microfisioterapia por exemplo.
img02A prevenção, um dos atributos da fisioterapia, com terapia manual não é algo de conhecimento da população bem como de muitos profissionais, pois a maioria dos distúrbios degenerativos músculo-esqueléticos apresentam em um estágio inicial alterações biomecânicas assintomáticas que podem ser detectadas e tratadas manualmente, antes do aparecimento dos sintomas, processos inflamatórios e degenerativos. Devemos conscientizar os pacientes da necessidade de realizar uma manutenção periódica no sistema músculo-esquelético.
A fisioterapia brasileira perdeu um precioso tempo no ensino de terapias manuais por excesso de orgulho e ego profissional, com medo de serem chamados de massagistas. Principalmente com o “boom” da eletroterapia na década de 90. Para muitos leigos, a terapia manual é chamada e solicitada como um tipo de massagem e muitos a procuram por insatisfação com a fisioterapia convencional, pois os resultados são mais rápidos e eficientes, além da carência do toque.




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